Arquivo do autor:louquitetura

Sobre louquitetura

Quase palavra que um de nós murmura...

Surrealist polictics-soccer brazil-zil 2017 -“Gol de bicicleta” não vale, tem que ser “…de helicóptero!”

Surrealist polictics-soccer Brasil 2017 Basta sair mais um boato contra não sei quem, que os coxinhas já comemoram como sendo gol. Ķkkkkk, que coisa feia essa… Os caras compram juiz e tudo, mas só fazem gols-contra e depois mandam anular … Continuar lendo

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

“Neo-balelalismo” econômico: falseologia do “Descontou lá!”

A autossuficiência humana pra mim continua sendo condição primordial; e apenas após ter isso garantido é que evoluiremos para um estágio civilizatório mais elevado e digno. Esse “balelalismo econômico”, até mesmo antes de virar “neo”, consultado na própria fonte, já … Continuar lendo

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Ciberbabel: palco virtual de conflitos presumidos?

Em qualquer lado do muro observamos uníssonos: irracionalismos, achismos, manobrismos; desconfianças, incredibilidades, deturpações… Revelações claras de assombrosa intolerância reverberando de parte a parte. Não estaríamos de repente erguendo uma Ciberbabel?   Agro era apenas um prefixo que já constava na … Continuar lendo

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Lambendo a fenda

-A terra que vejo com fome e guerra (não se misture a munição e o alimento) com sede e água (e essa nuvem a quem pertence?) lugares inóspitos versões apoéticas -O poder tem pudor? -O céu que almejo com pão … Continuar lendo

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Estudos figurativos relativos a cabeça humana: expressões faciais e tipos de cabelo (slides com descrições gerais)

Esta galeria contém 20 fotos.

Galeria | Deixe um comentário

Há exatos dois anos… direto do túnel da auto-crítica (reloading…)

(é tudo culpa dos outros…) da Dilma do PT dos marçons do PSDB dos caciques da faculdade dos alambiques, na verdade da inexpressividade dos nanicos da ignorância dos gênios da protuberância em nossas calças da babaquice dos babões e do … Continuar lendo

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Galope aboiado

Na noite da lua-cheia Num céu negro e abobadado Eu risquei estas quadrinha(s) Nesse galope aboiado A morena se incendeia, seu coração cambaleia Sempre que eu (es-)tou do lado… ê!… E este caboclo aluado Que muito vos aperrêia (num violão … Continuar lendo

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário