canção desnecessária

nem que eu lançasse mão/ mesmo que eu doasse pontapés/ ou o que nós temos em vão/ eu oraria sem fé

não há certeza nem perdão
não há pecado nem sermão
não há proeza onde se quer
não, nem é preciso ser patrão
não é preciso ser ladrão
e nem sonhar esta ilusão
de só se provar pela razão
sem nunca ao menos te-la.
(28.01.14)

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Sobre louquitetura

Quase palavra que um de nós murmura...
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