Fã-Clube 14.02.11

Não sei porque, Santo Deus, me fizeste poeta; se meus versos não encantam as musas que os inspiram.
Na escola aprendi o abc, em casa fui incentivado a ler e lendo me pus a escrever; mas, para quê?
Quiçá mais um mero exercício de criação que não será posto a apreciação de ninguém…
Sequer sou daqueles poetas que declamam em público poemas que trazem no bolso; que recitam e recebem aplausos em qualquer boa ocasião.

Não, não; não sou muito de escrever coisas plausíveis até porque a claque necessita bons declamadores.
Nem sou um “show-man”, não sou motivo de festa… Sou capaz de fugir do meu próprio aniversário.
Timidez? Auto-crítica em excesso?
Talvez eu busque o fracasso, na realidade…

Se meus poemas não comovem as musas para os quais são feitos, não mais exporei minha verve poética (às tais insensíveis mulheres).
Assim é melhor!
E que meu fã-clube permaneça o trio: Seu Zé Agusto, mamãe e vovó.

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Quase palavra que um de nós murmura...
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