Curioso, não é?

Curioso!!

Três títulos reflexo  (ou Mais uma experiência de Texto Vs. Prosaico)

O perigo de ser autor e o tom que se pode tomar

Mais vale uma maldita frase ou um caminhão de ideias afins

Uma orelha do que um livro inteiro

As vezes somos a bola da vez

O que tua ideia me reservará?

 

Uma obra tem sua moral e as minúcias do subentendimento

Universalizar o que precisa de universalização

Abafar a característica mais próxima do ilegível

Se o sinônimo de vivo é titular, o de real se mostra afável

Por que os riscos são vistos sempre com reserva?

 

Da descrição hipoteticamente possível ou do poeticamente aceitável

E se o mar recuasse?

Assim como a marginalidade dos meios são contrapontos até que os pontos se unam

E virem reta?

Um grão de areia se fundindo numa gota de relento, somados, minimamente remelentos

De modo tal que não estranhemos nada e à menor brisa, o tempo,

Popularizasse o que o momento que, de tão quotidiano (e passageiro)

Fizesse realmente perceptível a nossa circunstância (e a gente).

 

FLLF

Set/2013

Tirado de: “um dia na vovó (sem ela)”

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Sobre louquitetura

Quase palavra que um de nós murmura...
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