Cangaço Medieval

Minha ‘excalibur’ é o facão
tenho por armadura a couraça
sou o cavaleiro da vingança pura
a dama indefesa agora me caça

Minha vida é andar sem razão
a volante quer a minha captura
Sou o Bandoleiro da Triste Figura
A ‘mulher-rendeira’ me espera a praça

Meu reino não é Lancelot, mas o Sertão
Não é Merlin, mas o Padre Cícero quem,

qual um santo mago me ajuda…
Maria Bonita, a estilista do bando, as agulhas
são paralelos do tempo que passa…

Tenho por alcunha: Governador Lampião
Os ‘macacos’ sempre a minha procura
Fui um cangaceiro alheio a conjuntura
para ganhar o mundo é preciso ter raça!

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Sobre louquitetura

Quase palavra que um de nós murmura...
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